Palavras Cruzadas: Lendas do México: Voz da noite
Ouça o choro arrepiante nos canais da antiga Tenochtitlan e revele os segredos das bonecas sinistras.
Dicas das palavras cruzadas
- À meia-noite junto ao rio ouve-se o seu choro dilacerante pelas crianças afogadas
- Na escuridão da meia-noite em um caminho deserto ouve-se o galope de um cavaleiro negro
- Antes do amanhecer desde os juncos chega um grito de criança que atrai vítimas para a água
- Ao pôr do sol na vitrine ouve-se o misterioso sussurro do vestido de noiva do manequim
- Ao pôr do sol na floresta ouve-se a risadinha de um pequeno espírito que esconde coisas
- À meia-noite na selva ouve-se o assobio agudo de um travesso guardião da floresta
- Tarde da noite junto ao riacho ouve-se o chapinhar da água onde uma sedutora lava o seu cabelo
- Na hora prévia ao amanhecer no templo ouve-se o suave roçar da foice da patrona esquelética
- Sob uma lua vermelho-sangue à meia-noite ouve-se o sussurro sibilante da bruxa vampira
- À meia-noite sob a lua sangrenta nos telhados ouve-se o golpe surdo das garras de um lobisomem
- Ao meio-dia na espessura da floresta ouve-se o rangido de ramos sob os passos de um espírito sem braços
- No profundo da noite do teto da caverna chega o bater ensurdecedor das asas de um morcego gigante
- Ao pôr do sol na encruzilhada ouve-se o uivo lúgubre dos espíritos de mulheres que morreram no parto
- Na festa ao pôr do sol ouve-se o ranger seco dos nós dos dedos de um esqueleto pintado
- Na hora dos sonhos antes do amanhecer ouve-se o rugido fantástico de uma besta estampada
- À meia-noite no cemitério ouve-se o tilintar suave de guizos e o choque de ossos
- Na escuridão da meia-noite do reino subterrâneo chega um gemido de ultratumba
- À hora do pôr do sol nas cavernas subterrâneas ouve-se o rosnado ameaçador de uma divindade com cabeça de cão
- Ao amanhecer nas montanhas ouve-se o uivo astuto de um antigo coiote embaucador
- Durante o crepúsculo tempestuoso sobre os campos retumba um estrondo ensurdecedor de trovões